Comece aqui. Sem jargão, sem enrolação.
Você não precisa de diploma em finanças nem salário de seis dígitos. O básico são cinco passos que qualquer um segue. Faça certo e supera 80% das pessoas que nunca começam.
Suas prioridades, na ordem
Monte uma reserva inicial de R$3.000
Antes de tudo: R$3.000 em CDB de liquidez diária ou Tesouro Selic. Cobre a maioria das emergências únicas (conserto de carro, dentista, eletrodoméstico) sem cair na dívida do rotativo. A reserva completa vem depois.
Pegue toda a contrapartida da previdência corporativa
Se sua empresa contribui 50% até 5% do salário em previdência corporativa (PGBL ou VGBL), aporte pelo menos 5%. É retorno instantâneo de 50% — nenhum investimento bate isso. Pular a contrapartida é deixar dinheiro grátis na mesa.
Mate qualquer dívida acima de 15% ao ano
Rotativo do cartão (300-400% ao ano), cheque especial (180%+), crediário de loja, qualquer coisa acima do seu retorno esperado. Use bola de neve ou avalanche. É impossível superar 200% de juros investindo. Negocie via Desenrola se possível.
Aumente a reserva para 3-6 meses de despesas
Depois dos R$3.000 iniciais e dívida cara eliminada, complete a reserva total em CDB de liquidez diária com FGC (até R$250K) ou Tesouro Selic. Protege qualquer outra decisão financeira de ser desfeita por um mês ruim.
Abra conta numa corretora e compre seu primeiro ETF
XP, Rico, NuInvest, Avenue — todas gratuitas para ações. Uma compra: BOVA11 (Ibovespa) e/ou IVVB11 (S&P 500 em reais). Aporte automático de R$300-1.000/mês. Isso é 90% do que a maioria precisa fazer pelo resto da vida.
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Perguntas frequentes
Quanto um iniciante deve investir por mês?
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Devo quitar dívida ou investir primeiro?
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E se eu não tenho previdência corporativa?
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